A pergunta que continua desafiando a humanidade em pleno sec. XXI

SER DIFERENTE

Em toda história da humanidade focamos em responder diversas perguntas, a natureza do homem é tão curiosa que questionamos tudo, porque isso é assim, de onde  veio isso, como foi que aconteceu, o que havemos de fazer e etc.

Algumas destas perguntas até hoje não foram respondidas, e desencadeiam grandes debates entre as pessoas. Um dos grandes exemplos é a existência humana, opiniões divididas entre cristãos e ateus, que pela minha opinião nunca irão chegar a um consenso, mesmo com todas as provas que já existem sobre ambas as teorias.

Mas essa não é a minha pergunta, pois esta pergunta já a tenho respondida desde os meus 18 anos.

Beleza da Criação


A minha pergunta para alguns é muito simples, é fácil de ser respondida, pois já a fiz a muitas pessoas e elas demoraram 2 segundos para responder, mas os meus amigos, leia bem, amigos, não falo de aproveitadores, não falo de colegas, sabe o que é isso? Então vou explicar.

Amigo é aquele que não te diz o que queres ouvir, mas sim o que careces e precisas de ouvir. Não são aqueles que te vêm como possibilidade nem como um objecto.
São aqueles com que podes contar, são aqueles que dariam sua vida por ti, seu amigo te ama e não se importa de te ver melhor do que ele porque se estás bem, ele também vai estar. Tens?

Meus amigos só olharam para mim, indignados com a pergunta, pois não queria acreditar que não sabia a resposta.

Antes de entrar na pergunta, preciso que saibas quem eu sou.

Sou um ser chamado humano, vivo na via láctea, no sistema solar, no terceiro planeta que gira em redor do sol, esse planeta segundo Marco Feliciano tem um nome estranho, é chamado de Terra, quando deveria ser chamado de Água, porque tem mais água do que terra. E neste planeta terra, temos vamos continente, estou no Europeu, no pequeno país chamado Portugal, mas concretamente na cidade de Lisboa, esse é o meu endereço no mundo cósmico.

Sistema Solar

“Vivo num mundo em que vale mais aquele que tem mais, vale mais aquele que teve a “sorte” de nascer bonito e bem afeiçoado, se fores como eu que quando olha no espelho não sabe se está de frente on de costa, tem que rezar mesmo.

Dizem no mundo, que o homem vale aquilo que tem no bolso, por isso muitas as pessoas não valem nada, e outras menos anda.

Vivemos num mundo de inversão de valores, onde o certo virou errado e o errado virou certo. Ser honesto hoje é sinônimo de bobo de e otário.

O mundo que vivemos está vivendo um cataclisma de identidade muito grande, ninguém mais sabe o que é, por exemplo, as pessoas pensam que neste século XXI materialista e capitalista a maior riqueza é o ouro, é a prata, é o dinheiro que têm, mas esquecem do que realmente é importante.

Pessoas não importante de pisar as outras para chegar aos seus objectivos, lutam pelo poder como se fossem leões na selva. Não se preocupam em criar, em inovar, “a galinha da vizinha é sempre melhor que a minha”.

A pergunta é: É POSSÍVEL VIVER NA TERRA E SER DIFERENTE?


A resposta à primeira vista é óbvia, claro que é possível, mas quando der por si, está sendo e fazendo igual a todos.

É possível, mas não é fácil. Ninguém quer ser motivo de chacota, ninguém quer ser o burro da turma, ninguém quer ser pisado sempre.

Sabe aqueles comentários tipo: “Tens que abrir os olhos”, “Não pode ser burro a vida toda”, “Tens que pensar em ti”, “Se fosse o contrário ele não faria”. Ninguém gosta de ouvir.

É possível viver nesta terra e ser diferente.

Não venham para cá, alienígenas, nós não brincamos em serviço.

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