O QUE DIABOS ACONTECEU COM A GERAÇÃO Y?!

Na semana passada eu ouvi de um garoto, ainda na faculdade, o seguinte depoimento:

“Seu texto sobre a subserviência das empresas em relação ao cliente deveria ser pregado na porta de entrada de todas as empresas do país, nas salas de reuniões e ser repetido como mantra em palestras de empreendedorismo para todos os empresários do Brasil. As agências de publicidade, especificamente, estão atingindo um nível de servidão pior do que pastelaria.
 Na pastelaria ninguém fica acelerando o pasteleiro. Ninguém manda e-mailpara o pasteleiro mandando ele entregar o pastel na mesa dele até as 9h da manhã. Para o pasteleiro, quanto mais horas ele trabalhar, mais ele vai ganhar.Falar em hora extra em publicidade só vai fazer as pessoas rirem. Enfim, desculpa o desabafo”.


Somos uma geração de bobos que se acha esperta. Nossos pais davam duro, saiam de casa cedo, trabalhavam como doidos, indo e vindo do centro da cidade, em cartórios, lotéricas e visitas bancárias, muitas vezes em carros sem ar-condicionado, mas ganhavam bem o suficiente para sustentarem uma família com três filhos, carro, cachorro e ainda levavam todos para comerem churrasco aos domingos.
A geração de hoje se deixa enganar pela falsa sensação de divertimento, que nunca tem fim. Transformaram o ambiente de trabalho em um circo, para que você ouça: “Ei, mas aqui é divertido! Dane-se se não te pagamos horas-extra ou se te colocamos para trabalhar por toda a madrugada em troca de pizza. Aqui você pode trabalhar com boné!”.

Quando nossos pais estavam em casa, eles estavam em casa mesmo! Dane-se que o trabalho tinha sido duro, após as 18:00 eles sentavam naquele sofá da Mesbla, abriam a primeira Antártica da noite e era a hora do futebol.Qual foi a última vez que você esteve realmente desconectado do seu trabalho? Você tenta se convencer de que aquele Whatsapp do cliente às 00:00 não é nada demais, que é coisa pequena, que “pega mal” não responder. E aquele inbox no Facebook às 1:35 da manhã? “Ah, eu já estou aqui mesmo, né. Agora ele já viu que eu visualizei…”.


Provavelmente você caiu no mito do home-office libertador, que te faz perceber, anos depois, que ele só foi capaz de te “libertar” do horário comercial. “Ah, mas você trabalha em casa!” — pronto, é sinal de que receberá demandas ou mensagens a qualquer hora da madrugada.
Provavelmente você ainda não se ligou, mas você produz dezenas de vezes a mais do que o seu pai ou os seus tios conseguiam. Antes, para atender um cliente, você precisava ir na loja ou na casa dele, lá na puta que o pariu. Hoje? Skype. Antes, era FAX ou mandar documentos pelos correios. Hoje? E-mail. Antes, você estava limitado à sua cidade. Hoje? Internet, meu filho!

Entretanto, quanto é que você está ganhando? Acorde para a vida!Agências com mesa de sinuca, totó, chocolates à vontade, cafezinho expresso, pula-pula e vídeo-games significam apenas que você está pagando por tudo aquilo e que o seu salário, ao final do mês, sentirá a pancada.

“Tudo bem, porque eu amo o que eu faço!”.

Na semana retrasada eu ouvi isso. Estava contratando os serviços de umaSTART-UP de tecnologia para um dos meus negócios e havia esquecido de perguntar alguma coisa. Já eram 23:00 horas. Fui ao Skype, me certifiquei de que a menina do suporte estava OFFLINE e deixei uma mensagem. Poderia ter feito isso pelo Facebook, mas eu sabia que iria apitar lá na casa dela e não queria esse tipo de coisa, ainda mais naquele horário. Enfim, enviei a mensagem e deixei escrito: “Só me responda quando chegar ao escritório!”.
Faltando quinze minutos para uma da manhã, a menina me responde, pelo Facebook. Eu digo: “O que você está fazendo aqui? Te deixei uma mensagem no Skype! Vá dormir, namorar ou assistir aquelas séries no Netflix!” e ela me disse: “Ah, é que eu entrei no meu skype só para ver se estava tudo bem com os clientes. Vi a sua mensagem e retornei. Não custa nada, nem se preocupe. Eu amo o que faço. Rs”.


Eu amo o que faço…erre esse. À uma da manhã de terça feira. Com o teu chefe te pagando, provavelmente, entre dois mil e quinhentos a três mil reais para isso…e somos nós quem somos a geração dos “desapegados, que querem viver a vida”.
Estamos nos tornando uma geração de trintões cujas preocupações são os próximos shows do Artic Monkeys, a cerveja gourmet da moda e a próxima temporada de House of Cards. Uma geração sem filhos, que foge das responsabilidades, se iludindo com a ideia de que o seu chefe é seu amigo e que por isso você “quebra alguns galhos para ele”.
Ouvimos de todo tipo de especialista, que somos a geração livre por excelência, que preza pela mobilidade e pela qualidade no ambiente de trabalho, mas de alguma forma nós erramos o caminho e nos tornamos aquele tipo de gente que fica conversando com o cliente às 20:00 horas, enquanto janta com a mulher. E nos achamos o máximo, quando batemos o pé: “Ai, que saco, o meu chefe não me deixa em paz!”. Que corajoso!
Acredite, esse gordo manjava dos paranauês
O resultado? Uma nação de escravos!
Olhávamos para nossos pais e avós e pensávamos que eles eram escravos da própria família. Que haviam tido muitos filhos e que isso, de alguma forma, os prendeu em uma vida cheia de amarras e limitações, mas, hoje, advinha só? Da sua idade ele já tinha casa própria e carro na garagem. E você?Figuras de ação do Mega-Man.
Em algum ponto entre o final da faculdade e o começo da vida adulta, nós perdemos a mão. Não estamos estabelecendo relações saudáveis de empregador e empregado, mas um misto de coleguismo com parceria e com prováveis projetos que poderão mudar o mundo, mas que não ajudam a pagar o aluguel.
Ah, mas você não é empregado? Tem o seu próprio negócio? É um empreendedor em início de carreira? As notícias também não são muito boas…

Você também é um escravo!

Com a popularização da tecnologia e da conectividade, os super-heróis deixaram de ser os esportistas e os homens engravatados de Wall-Street e passaram a ser os empreendedores do vale do silício. Aquele tipo de pessoa que usa camiseta sempre da mesma cor, tênis, vai trabalhar de bicicleta e mantém uma dieta ecologicamente adequada.
Com isso, surgiu a cultura da motivação constante e da satisfação do cliente a qualquer custo. Não importa o que aconteça, a experiência do seu cliente deve sempre ser a melhor possível; ainda que ele seja um babaca!
Eu posso te falar uma coisa? Nem sempre o seu cliente tem razão. Nem sempre ele sabe o que é o melhor para o negócio dele e nem sempre aquele“logo dourado com bordas vermelhas, estilo a da propagada da mortadela Seara” é a melhor opção. O problema é que dizer isso na cara dele agora se tornou um crime! Não é proativo e engajado discutir com o cliente, ainda que ele esteja escandalosamente errado!
A cultura desses caras, importada para cá de uma maneira incompatível com a nossa realidade, diz que devemos buscar a composição sempre, fazermos reuniões intermináveis até que todos estejam satisfeitos e sorridentes. Dar pesos e medidas iguais aos especialistas e aos curiosos. O que acontece? Tentar extrair o dente do paciente com uma colher de pau.
Estamos na décima sétima alteração e o contrato diz que só faríamos até cinco? Sem problemas! A satisfação do cliente em primeiro lugar! Ele acha que não precisa fazer um contrato com você? Sem problemas, lá fora muita gente deixa isso para lá! O que? Agora ele não está te pagando? Cuidado! Não o cobre de maneira que possa parecer ofensiva! Não é isso que a Amazon faria!

Você está preso em uma camisa de força verbal.

A camisa de força verbal é um dos institutos comportamentais que mais causa dano à mente e à consciência de qualquer pessoa. No empreendedorismo, 90% dos profissionais sofrem desse tipo de mal.
A maior libertação, para qualquer proprietário, é quando este alcança certo grau de autonomia, que pode chamar a atenção do seu cliente e fazê-lo perceber que aquilo é para o seu próprio bem. Que, identificando o erro, ele está é justificando o seu dinheiro, ao dizer que ele está fazendo merda.

Aqui no Brasil, a educação ganhou status de religião. A mãe que paga a escola não quer ver seu filho criticado, afinal de contas, o boleto é caro. Do mesmo modo, o cliente chato — e insistente — não quer ser repreendido;ganha-se o mantra do “o cliente sempre tem razão”, em desfavor da alma do próprio empresário.
Vá à Itália e peça a comida do jeito que você quiser e ouvirá, imediatamente, um sonoro: “Não. Vá comer em outro canto”. Isso para o brasileiro é criminoso. Faz com que ele se insurja, contando aos amigos: “Acredita que eu pedi para fazer o macarrão mais mole e me disseram que não dava? Que ignorantes!”Ele não enxerga que ele mesmo é que é o pé no saco. Que não respeita nada nem ninguém. Vê no empreendedor alguém que deve servi-lo, independentemente de quão imbecil e sem propósito sejam os seus desejos.

O brasileiro de hoje está acostumado ao mando, porque paga. O código de defesa do consumidor criou um monstro, que custa a saúde emocional e física de milhões de empreendedores. O meu maior conselho a vocês, é:construa uma empresa que você possa mandar o cliente indesejado tomar no cu. Faça isso ou adoeça.
Entretanto, no mundo de arco-íris e pôneis da geração Y, que é feita de vidro, isso é ser rude, preconceituoso, antiquado, grosseirão. Às custas da própria saúde e do caixa da empresa, ele manterá aquele cliente chato, pentelho, arrogante e que — muitas vezes — nem te paga. É isso ou você não estará seguindo “o manual da cordialidade do Facebook”.

A conclusão? Não sei.

Da geração que iria mudar a maneira com que o mundo se relaciona a umbando de bebês de meia idade, que mora de aluguel e que o ponto alto do ano é o lançamento de mais um filme da guerra nas estrelas.
Gente que ama a liberdade, mas que está presa a um computador. Do tipo que está na décima quarta START-UP, sempre atrás daquele round de investimento que o tornará milionário. A menina que tem vergonha de dizer que é vendedora e que se apresenta como “líder-team da equipe de vendas” e do blogueiro que é articulista e CEO no perfil do Facebook.
    Aonde é que fomos parar? O que é que aconteceu com a GERAÇÃO Y? Assim como o garoto do começo do texto: desculpem o desabafo.

(Autor: Icaro de Carvalho)
(Fonte: oindigesto.com)

O Cadeirante Feliz

       


     “Estou aqui no comboio a dirigir-me para o trabalho a pensar na pouca vontade que estou e o quanto preferia estar em casa no meu sofazinho a ver um belo dum filme,  ao meu lado encontra-se um senhor numa cadeira de rodas acompanhado por uma senhora.
Eles captaram a minha atenção  porque independentemente das suas dificuldades motoras estava com um grande sorriso estampado na cara e disse a senhora que esta feliz porque hoje vai passear o dia todo.

     Isto deixa-me a pensar o quanto nós damos cada vez menos valor as coisas que realmente importam, enquanto uns estão deprimidos porque não têm dinheiro para comprar a última marca de telemóvel que entrou no mercado, ou porque não podem ir de férias para o hawaii ou mesmo porque não pode sair a noite porque trabalha no dia seguinte, este senhor que poderia ter todas as razões do mundo para estar menos contente, está com um sorriso contagiante e feliz por poder ir passear o dia todo.”

O que se passa connosco?
Porque esquecemos-nos que é as pequenas coisas que realmente nos dão felicidade e não as coisas materiais?

                                                             Filipa Caldeira

Verdade sobre Facebook que chocou o mundo.

Há dois anos, os usuários do Facebook ficaram chocados ao saber que empresa tem estudado o comportamento humano traves  da rede social. E não é de hoje que têm “manipulado” as informações que aparecem no feed de notícias, por exemplo, quando o Benfica foi tri-campeão é normal que no seu feed de notícia a maioria das informações tenham  sido sobre o mesmo. 
 




A conclusão é que a empresa usa os usuários com “ratos de laboratórios”, muitas são as ferramentas usadas para o mesmo. Por exemplo, o que faz as pessoas “se matarem” por “likes” nas fotos, normalmente o que move as pessoas a isso é o dinheiro e nem isso se ganha com os “likes”,  são ferramentas usadas pelo facebook para analisar as reacções e emoções das pessoas.

Alguns anos atrás, Tim Cook, CEO da Apple, afirmou que os usuários do Google não eram clientes, e sim o produto. E ele estava certo, pois o Google mede os dados e actividades dos seus usuários e vende para as empresas, através do Google AdWords e Google Display Network, e essa é principal fonte de renda da companhia. E assim como ele, o Facebook também utiliza a rede de pessoas como um produto. Pelas internações, é possível classificar os usuários pela sua localização, trabalho, eventos, acontecimentos da vida pessoal e preferência sexual, assim como outras informações, como podemos ver http://www.forbes.com.br/negocios/2016/05/facebook-trata-usuarios-como-ratos-de-laboratorio/.


Por ser um serviço de graça, não se paga absolutamente nada,  a renda tem que vir de algum lugar, por isso estas informações são usadas para publicidades,  marketing e outras coisas  mais que ainda estamos por descobrir. 

Veja tambémMark Zukerberg eleito número 1 do mundo em 2015


Tanto o facebook como a google oferecem as empresas serviços personalizados,  o seu “target” ideal e ajustado as suas necessidades, é um sonho para o departamento de marketing das empresas. 
Depois de tanta polémica, alguns sites pedem permissão para gerir e armazenar os seus dados, os chamados “cookies”, ao clicar no “entendi” está autorizando o site a gerir os seus dados pessoais, as suas pesquisas e etc. 


Por esse mesmo motivo, 52% das receitas do Facebook do ano passados veio dos anúncios.  Quanto mais forem as emoções, mais rico se torna o Zuckerberg, nada pessoal, são só negócios.


fonte: Forbes.com.br

4 Razões para ter São Tomé e Príncipe como seu destino de férias

Nasce em São Tomé onde vive até os meus 18 anos, desde então já visitei alguns países da Europa e da América do Sul, mas nada se comparam as chamadas “Ilhas maravilhosas”.

São Tomé e Príncipe, duas ilhas irmãs, antigas colónias portuguesas situados no Golfo da Guiné, atravessado pela linha do equador e banhado pelo mar atlântico.
Com um clima tropical húmido, onde as temperaturas variam entre 21 aos 30 ºC  é mesmo nos meses de verão(Gravana) em  que não temos chuva  no arquipélago.

Está a aproximar-se as férias do verão, está na altura de escolher os melhores destinos, quer seja com os amigos ou com a família, até mesmo sozinho.

Deixo aqui algumas razão para ter São Tomé e Príncipe com seu destino de férias do verão.

 1. As pessoas

Pessoas incríveis de simpatia encantadora, pessoas dispostas a ajudar e não recebem nada em troca. Sei que é muito complicado falar do meu próprio povo, por isso deixo algumas citações de Isabel Saldanha, escritas no blog Isabelsaldanha.com.

” De todos os países onde já tive, nenhum deles, bate a simpatia das pessoas deste país. Nem a delicadeza de alguns povos da Ásia, supera a disponibilidade sorridente das pessoas que conheci todas as vezes que aqui vim. Talvez ajude que a cultura do turismo, em crescente, não tenha minado a ilha de interesses estratégicos e pedinchices. As crianças pedem doces à beira estrada quando abrandamos para contemplar a paisagem. E ainda que não seja aconselhável andar pela ilha a distribuir cáries, até isso é doce, quando comparando com a descarada mendicidade de alguns países, onde os habitantes não se inibem de cobrar dinheiro por cada foto tirada, depois de se fazerem à pose. Apesar do aspecto degradado das sanzalas (casas dos antigos trabalhadores das roças, convertidas em habitações comunitárias) pode percorrer descontraído as ruas e falar com as pessoas. Haverá poucas que se escusarão a falar, e o mais difícil mesmo, vai ser abandonar o pedaço dessa experiência para seguir viagem. Eu adoro boas conversas, por isso, demoro-me com frequência nas roças a conversar com os locais. É pela voz de quem aqui mora que se conhece o espírito do povo. Não dê dinheiro, em troca da generosidade genuína, de quem conversa a troco de nada. Ofereça antes uma cerveja gelada e sente-se a beber com as pessoas, ou compre-lhes fruta para ajudar a pequena economia local.”

     Moradora da Roça de Uba Badu a comer Jaca | Ilha de São Tomé

    Farmacêutico/ Ilha de São Tomé

Como estes, há inúmeros depoimentos sobre as pessoas do arquipélago na Internet, é só procurar.

2. Natureza

Não há palavras para descrever a natureza Santomense. Considerada uma das mais importantes de toda África, em termos de biodiversidades, é na ilha do Príncipe onde se encontra o maior numero de espécies endémicas.  Palavras para quê, veja em seus próprios olhos.

Paraíso Tropical


3.Lugares para visitar

Na minha opinião não deves sair de São Tomé e Príncipe sem conhecer todas nas roças, só mesmo na Ilha de São Tomé existem cerca de 150 roças, antigas plantações de café, cacau e côco.

– O Pico Cão Grande

– Museu de São Tomé

– Padrão dos Descobrimentos

E muito mais….

4. As Praias

As praias são certamente os pontos mais atractivos do Arquipélago. A temperatura da água é excelente e a mesma é cristalina e transparente. Melhor de tudo é o sossego, muito pelo facto de não serem muito visitadas nos dias de semana, temos uma praia só para nós, da-nos a sensação de estar no paraíso.

– Praia PM – Junto ao Museu de São Tomé

– Praia Lagoa Azul – azul pela cor das águas. Praticamente não tem areias.

– Praia Governador – Norte de São Tomé

– Ilhéu das Rolas – Principal ponto para is turistas, gerido pelo grupo Pestana.

– Ilhéu Bom Bom

Estas são apenas alguns exemplos, existem  inúmeras praias para descobrir em São Tomé.

Não há razoes para não visitar “as Ilhas Maravilhosas”, garanto que terá umas férias de verão incríveis e inesquecíveis. E não esqueça de acompanhar as realidades santomenses na TVS em directo no youtube. 

Fontes: http://isabelsaldanha.com/ http://viagemastomeprincipe.blogspot.pt/
Fotos: Tripadvisor, Isabel Saldanha
Vídeos: Step in London

5 truques psicológico para conseguir tudo da outra pessoa

Desde muito temos usado a psicologia para influenciar pessoas, isso não é de nada mal, desde que seja para o bem. Mas não é do pior usa-la para influenciar algumas decisões, é verdade, existe uma maneira que conseguir tudo que quer de alguém, são técnicas simples, psicológicas e usadas no dia a dia.

Estas técnicas têm 90% de eficácia, mas não esqueça, seja amigo e influência para o bem,  porque tudo que é de mais, faz mal.

Então vamos aprender os 5 truques:

1. Sorria

 Todos sabemos que o sorriso é uma arma muito poderosa, e para influenciar é dos melhores. Sempre que alguém sorri para outra, o nível da aceitação é muito maior, creia uma aura positiva no ambiente e o efeito espelho na outra pessoa, “sorri para mim, que eu sorrio de volta”.

Quando nos fazem um pedido ou uma proposta com um sorriso no rosto, estamos mas dispostos a aceitar-la.

2. Tire vantagem do cansaço

  Quando estamos cansados dizemos sim a tudo, as vezes é só para nos deixarem em paz, portanto, no final do dia de trabalho, depois do ginásio, depois depois de algo cansativo, depois do sexo(cansativo e satisfatório) é uma boa altura de pedir algo.

Quem sabe muito bem disso são as ceitas, sessões longas e  cansativas onde a lavagem cerebral. Eles sabem que uma pessoa cansada tem as defesas baixas e estão mais dispostas a aceitar tudo que se diz.


3. Ataque o ego

Eu especificamente adoro esta, o ego é o ponto fraco de todas as pessoas. Quando recebemos um elogio estamos mais dispostos a fazer a vontade de alguém que nos faz sentir bem.

Em tudo que fazemos, queremos o reconhecimento, queremos que nos digam que estamos a fazer bem e que somos bons a fazê-lo, mas influenciar pelo ego, deve ser fito de uma forma subtil e credível, que é algo difícil. Porque não é fácil elogiar sem ser notado.

4. Educar a dizer que SIM

  Quando numa conversa estamos varias vezes a dizer que sim, a conversa tem uma tendência a se dirigir para um nível de aceitação muito grande.

Esta estratégia é usado muito pelos comerciais:

– Certamente você gosta de poupar dinheiro? Sim
– Certamente quer o melhor para seus filhos? Sim
– Certamente você quer melhor qualidade de serviço? Sim

Deste modo eles conseguem o que querem.


5. Dar sempre razão a pessoa

Mostrar que alguém esta errado, pode ser uma boa estratégia para se sentir bem, mas não é boa estratégia para influenciar. Já ouviu a frase ” o cliente tem sempre razão”, de onde acha que vem esta frase? Quando você quer influenciar alguém, o melhor é dar sempre razão a ela, assim aumenta o seu ego e pronto, é só pedir.

Bem, agora você já pode abrir a tua própria ceita, brincadeira esta bem, mas tem o direito de tirar vantagem de alguma situação, e se disser que fui que ensinei, digo que é mentira.

Trabalho feliz, futuro feliz

Ser feliz no trabalho, é sem dúvida o objectivo de uma grande parte das pessoas, porque até onde sabemos, a vida profissional tem um grande papel na construção, desenvolvimento e felicidade das famílias de todo o mundo.

Quando somos jovens, ou quando começamos a nossa vida profissional, o objectivo é trabalhar em algo sonhamos, que gostamos e que nos faça feliz, mas as vezes isso não é possível, porquê? A verdade é que todos temos as nossas oportunidades, mas cometemos muitos erros e acabamos por não alcançar a dita “felicidade profissional”.

Aos 21 anos, tive que tomar uma grande decisão para conseguir seguir os meus sonhos e ser feliz profissionalmente, os erros que cito agora, não são apenas histórias, faz parte da minha bibliografia, se me arrependo, não, simplesmente não os volto a cometer e espero vos ajudar a não cometer.
Como já disse o Steve Job ” A única maneira de fazer um óptimo trabalho, é amando aquilo que se faz”.

1. Não deixe que alguém ou situação defina o que  deve ser.
    Quando não temos sonho, ou objectivos, é muito fácil pessoas nos incutirem coisas na cabeça, seja por persuasão, por promessas ou simplesmente por qualquer outra técnica psicológica( como lavagem cerebral) os sonhos delas, e o outro factor é a conjuntura do país, situação económica e financeira obriga-nos a fazer qualquer outra coisa só por dinheiro, não deixe que isso aconteça, e se já aconteceu seja forte e desista enquanto a tempo, e lembre-se, desistir só é um erro, quando você realmente quer.

Atenção, não quero dizer para deixares o teu trabalho e nada disso, mas se quiser deixar e tiver mínimas condição de sobrevivência até estar estável no que realmente gosta, não tem porquê não o fazer, mas se não tiver, encontre uma maneira de continuar lutando por aquilo que quer, mesmo fazendo o que não quer. 
Isso nos leva ao segundo ponto.

2. Não se acomode.
    Conhecem alguém que teve um sonho de por exemplo ser jornalista, escritor, director de recursos humanos, médico, sei lá, qualquer coisa e acabou a carreira como assistente de uma loja, ou como funcionário em um café, vendedor e etc? Eu conheço.  Nada contra estas profissões, é um mero exemplo. A justificação destas pessoas é que não tiveram tempo para estudar, situação económica, nascimento de filhos e etc. 

Não se acomode, mesmo que a vida vos obrigou a tomar estas decisões, defina para você mesmo que é algo temporário, enquanto trabalha, em paralelo esteja investindo no seu sonho enquanto tem tempo e não se deixe influenciar, seja firme no que quer.

3. Seja de certa forma radical.
    Como é de nosso conhecimento, há uma certa discussão no que diz respeito ao significado do “ser radical”. Para mim Ser radical não é ser exagerado, ser radical é ser fiel a você mesmo. Viver a radicalidade dos dos seus objectivos é não ser influenciado por ninguém nem por qualquer outra coisa, tenha uma ideia formada do que realmente quer ser, quando for para ser, “ou vai ou racha”. E ninguém vai impedir. 


4. Aprenda com os erros.

  Dizem que ” errar é humano, persistir no erro é burrice”, não acredito, ser persistente é lutar por aquilo em em que se acredita, logo não é burrice. 
Se olharmos para o lado do empreendedorismo, tudo que temos agora, as tecnologias, os aparelhos electrónicos, e muito mais, foram resultados de consequentes tentativas e erros, mas nem por isso eles desistiram, aprenderam com cada um, como diz o ditado popular, “água morna em pedra dura, tanto bate até que fura”. Não tenha medo de errar, por assim nunca fará com que dê certo. 

As vezes nem tentamos já com medo, de não dar certo, do que as pessoas vão falar ou pensar, não importa, pensa em você mesmo, como já dizia a minha amada avó, “se sair cozido ou cru, é você quem vai comer“. 
Foi algo que aprendi da pior maneira, pensar em mim mesmo, porque os outros não pensaram duas vezes antes de pensar neles. 

Não foi fácil tomar algumas decisões para emendar estes erros, mas lembrem-se sempre: é o vosso futuro, o futuro dos vossos filhos e das vossas famílias, hoje definimos o que queremos ser amanha, e é definida por acções, nunca é tarde para um novo começo, mas desta vez correcto.

Espero ter ajudado em alguma coisa, qualquer questão escrevam  nos comentários e eu responderei assim que puder. TRABALHO FELIZ, FUTURO FELIZ.

Os 5 Jogadores mais bem pagos do mundo. Nem vais acreditar

Já conheceu alguém que cada parte do seu corpo pertence a uma empresa e vale milhões de euros?

Esse alguém se chama  Cristiano Ronaldo. 




Comecemos pelo cabelo que pertence a Clear , a sua cabeça pertence a Headphones Monster, a barriga pertence a Gear,  o pulso a Tag Heuer  e  resto do corpo a  Herbalife. Pensa que acabou? Nem por isso, vem agora a melhor parte, os pés que são protegidos por dois gigantes da moda: NIKE e SACOOR. Isso tudo rende ao internacional Português de apenas 31 anos, Cerca de 25.437.000 Euros.

Independentemente do salário, os patrocínios são uma grande parte dos rendimento dos jogadores de futebol em geral.

Veja aqui a lista dos 5 mais bem pagos em 2016.

Renato Sanches assina com o Bayern por 5 temporadas


O internacional Português do Benfica de apenas 18 anos, terminou ontem , segunda feira, os exames na cidade Alemã, e assina com o Fußball-Club Bayern München por 5 temporadas, até 2021.

Renato Sanches, formado no Benfica, fez uma temporada brilhante no campeonato Português, considerando um dos melhores meio campista da Europa com uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros, o miúdo foi alvo de muitos clubes Europeus, mas pelos vistos  o clube Alemão levou a melhor. 

” O FC Bayern foi assistir o Renato Sanches por um longo período, é um jogador dinâmico, com grande qualidade e com certeza vai acrescentar muito a
nossa equipa.  ” proferiu  AG Karl-Heinz Rummenigge actual CEO do clube no site oficial.

A transferência foi feita pelo valor de 35 milhões, mais os possíveis bónus

                        Veja na integra



                                        http://www.fcbayern.de